Muito obrigado pelo acesso!

A maior justificativa para a existência deste, está no fato de que sinto-me impulsionado a escrever e partilhar aquilo que de mais íntimo brota do meu ser. Acredito ser um dom que Deus me deu. Se algum dia este impulso me faltar, faça orações por mim, pois já estarei diante d'Ele.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O RETORNO

A todos que visitam meu blog quero comunicar que
estou de volta às atividades escolares.
Deus me proporcionou que durante dois anos e quatro
meses eu vivenciasse uma experiência única e muita positiva.
Depois de um "chá de povão," Saio com a consciência tranquila
e mais livre. Consciência tranquila porque tenho certeza de
que durante o período em que exerci o serviço fora da sala de aula
procurei servir às pessoas mais carentes, sem voz e sem vez na sociedade.
Não agradei e nem servi a um "grupinho de privilegiados" que infelizmente
só tem olhos pro seu umbigo e pouco se importa com os menos favorecidos.
Sinto-me ivre, porque estando trabalhando no Estado, poderei falar ou escrever
(dentro da ética) livremente o que quiser sem me preocupar se "fulano ou sicrano" irá gostar ou não, se irá tentar me prejudicar ou não, se as "mariquinhas" irão se doer ou não.
Aos "doídos" apenas um aviso: Vocês terão que me engolir, pois os cargos que estou ocupando foram conquistados por mim em concurso público, com muita competência. O que vocês poderão fazer agora a não ser me engolir?

terça-feira, 5 de abril de 2011

É CURIOSO! É ESPANTOSO! É VERGONHOSO!

Parece incrível, mas aconteceu. Em pleno séc. 21, anos após a ditadura, longe do controle do que se pode falar ou escrever, um amigo postou um comentário a respeito do meu artigo "Portas Fechadas," postado anteriormente. Para tamanha surpresa, ele se sentiu como que "encostado contra a parede" por uma "autoridade" local e para não ficar em más lençóis, meu amigo pediu que, se fosse possível, apagasse o referido comentário. Apaguei-o, mas o que meu amigo disse ao pedir que apagasse soou muito mais forte do que o próprio comentário deletado. Assim disse: " Jessé, você vai apagar, mas o que escrevi vai além da capacidade de alguém ter gostado ou não, pois é o que penso e partiu do interior (coração) e dentro dele ninguém vai apagá-lo ou censurá-lo"
Obrigado irmão! Seu comentário jamais será deletado do meu coração. Valeu!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

PARÁBOLA DO CREDOR INCOMPASSIVO (Mt18,23-35)

Depois de muita reflexão sobre o texto de Mt 18,23-35, resolvi partilhá-lo com demais pessoas. Eis a razão de postá-lo.
Sem me estender muito, digo que trata-se de uma grande mensagem para os nossos dias atuais (assim como toda a Palavra de Deus). Cabe a cada um se colocar no lugar de cada personagem deste texto e fazer profunda reflexão. Seja quem for (pessoa engajada ou não, padre, pastor de outra confissão religiosa...)deve-se sentir chamado a fazer pertinentes indagações: até quando estou sendo misericordioso com o outro? Será que não estou querendo apenas o "venha a nós?" Em que situação não dei chance ou oportunidade ao próximo ou não tive misericórdia dele? Até quando a ganância pelo ter e o "coração cheio de sentimento monetário" irá ditar normas para minhas atitudes? Será que certas atitudes não são vergonhosas para alguém que se diz batizado ou desempenha um papel de destaque numa comunidade religiosa?
Confrontemos então nossa consciência ao texto do Evangelho a seguir:

MATEUS 18,23-35

23 "Por isso o Reino dos céus pode comparar-se a um certo rei que quis fazer contas com seus servos;
24 e começando a fazer contas, foi apresentado um que lhe devia dez mil talentos.
25 E, não tendo ele com que pagar, o seu senhor mandou que ele, e sua esposa, e seus filhos fossem vendidos, com tudo quanto tinha,para que a dívida se lhe pagasse.
26 Então, aquele servo, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: senhor, sê generoso para comigo, e tudo te pagarei.
27 Então, o senhor daquele servo, movida de íntima compaixão, soltou-o e perdoou-lhe a dívida.
28 Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem dinheiros e, lançando mão dele, sufocava-o, dizendo: paga-me o que me deves.
29 Então, o seu companheiro, prostrando-se aos seus pés, rogava-lhe, dizendo: sê misericordioso para comigo, e tudo lhe pagarei.
30 Ele, porém, não quis; antes, foi encerrá-lo na prisão, até que pagasse a dívida.
31 Vendo, pois, os seus conservos o que acontecia, contristaram-se muito e foram declarar ao seu senhor tudo o que se passara.
32 Então, o seu senhor, chamando-o à sua presença, disse-lhe: servo malvado, perdoei-te toda dívida, porque me suplicaste.
33 Não devias tu, igualmente, ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórda de ti?
34 E, indignado, o seu senhor o entregou aos atormentadores, até que pagasse tudo o que devia.
35 Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes, cada uma seu irmão, as suas ofensas."